Júlio Salvador
PARQUE VERDE DA MEMORIA
Volto a falar neste desejo enquanto vou a tempo, já que depois é tarde!
Já aqui falei na construção de um parque, talvêz no Pinhal do Rei, em que quem desejar ser cremado após falecer, possa reservar um sitio onde as suas cinzas podem ser depositadas, na base de uma arvore a plantar, identificado por uma simples placa com o retrato e a identificação, da...ta de nascimento e da morte.
Onde não possa haver diferença entre pobres e ricos, pelo menos na morte!
Vou sugerir à Quercus que patrocine esta iniciativa de caracter ecologico, em substituição dos cemitérios tradicionais.
Já imagináram um parque público relvado, constituido por arvores propositadamente escolhidas, que junto à base de cada uma esteja identificado um marinhense falecido, cujas cinzas ali depositadas, possam alimentar o crescimento dessa arvore, transmitindo a noção de que " o que foi vida pode ajudar a crescer outra vida", parque esse com restaurante ou simples bar, com biblioteca e jardim infantil, com bancos, recetaculos para papeis e lixo, bebedouros,etc, onde possam passear pais e filhos, avós e netos, numa atitude de respeito e compreensão pelos ausentes e sem o choque da presença de tumulos em pedra fria e assustadora para as crianças!
Nesse parque, mas no exterior, deve existir um estacionamento e paragem protegida para os autocarros municipais.
Devem ser proibidos, o transporte de flores e utensilios, e a circulação no interior só possivel a pé ou em cadeira de rodas!
PARQUE VERDE DA MEMORIA
Volto a falar neste desejo enquanto vou a tempo, já que depois é tarde!
Já aqui falei na construção de um parque, talvêz no Pinhal do Rei, em que quem desejar ser cremado após falecer, possa reservar um sitio onde as suas cinzas podem ser depositadas, na base de uma arvore a plantar, identificado por uma simples placa com o retrato e a identificação, da...ta de nascimento e da morte.
Onde não possa haver diferença entre pobres e ricos, pelo menos na morte!
Vou sugerir à Quercus que patrocine esta iniciativa de caracter ecologico, em substituição dos cemitérios tradicionais.
Já imagináram um parque público relvado, constituido por arvores propositadamente escolhidas, que junto à base de cada uma esteja identificado um marinhense falecido, cujas cinzas ali depositadas, possam alimentar o crescimento dessa arvore, transmitindo a noção de que " o que foi vida pode ajudar a crescer outra vida", parque esse com restaurante ou simples bar, com biblioteca e jardim infantil, com bancos, recetaculos para papeis e lixo, bebedouros,etc, onde possam passear pais e filhos, avós e netos, numa atitude de respeito e compreensão pelos ausentes e sem o choque da presença de tumulos em pedra fria e assustadora para as crianças!
Nesse parque, mas no exterior, deve existir um estacionamento e paragem protegida para os autocarros municipais.
Devem ser proibidos, o transporte de flores e utensilios, e a circulação no interior só possivel a pé ou em cadeira de rodas!
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