Um hotel no Parque do Engenho?
Com a floresta ameçada por pragas como a Processionaria e os Nematodos, com as espécies indigenas sujeitas a invasoras como as acácias, com o aumento cada vez mais perigoso das cálidas temperaturas ameaçando o fogo inesperado, com cada vez maior descuido dos que visitam, fruem e não respeitam a floresta, sujando os locais de veraneio e não limpando, ateando fogo indevidamente para cozinhar, abalando sem apagar!
A floresta emblematica do concelho da Marinha Grande, a sua fauna e flora, necessitam acima de tudo de um Instituto Florestal, onde se faça investigação e preservação, onde por exemplo, em vêz de se exterminarem com altos custos as espécies florestais invasoras, se possam alterar as mesmas com intervenção genética, desenvolvendo assim novas àrvores, aplicando a velha máxima "se não consegues exterminá-las, junta-te a elas", e eu acrescento " renova-as e reinventa-as" de acordo com as nossas necessidades e as leis da natureza!
À Marinha Grande, fazem falta por certo novos hoteis, novos empregos, novas oportunidades, mas a preservação do nosso futuro e o do " Pinhal do Rei", das praias douradas, do turismo concelhio, necessita mais de que seja dado "o seu a seu dono", e no Parque do Engenho fica bem como sempre, algo que tenha a ver com a nossa mata, algo que traga empregos e especialização, que traga cooperação cientifica e apoio das universidades de Aveiro e de Coimbra, e dos institutos que fora e dentro do país formam alunos que estudam a floresta, a mancha verde que originou a principal industria do nosso concelho e que ainda hoje nos identifica, merece-o! — com Anisabel Orfão e 22 outras pessoas em Pinhal do Rei / Parque do Engenho.
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